terça-feira, 13 de abril de 2010

Angústia insensata




As horas não passam
Insanidade me perturba
Olho minhas mãos
Dedos retorcendo de agonia
E as horas não passam...

Agonia suprema
Arde no meu peito
Chegando na garganta
Me arrancando berros
E as horas não passam...

Suor frio se escorre
Loucura em minha mente
Girando e me tapando os ouvidos
Silêncio que me rasga a alma
E as horas não passam...

Abro meus olhos
Reparo as paredes brancas
Olho na janela e já é dia
Olho no relógio...
E este estava parado!

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