sábado, 15 de outubro de 2011

Turva Beleza



Turva e lânguida beleza
De cores neutras e frias
Como doce chuva de inverno
Estimada em preciosas iguarias

Porque arqueja-me turva beleza,
Se em tão frágil seda me encontro?
Palpitante e fascinado de desejo
Absorvo-me, desfalecendo devaneio adentro...

Encontro-me em teu ser
Sem moderação, sem me conter
Perdido em sua imensidão...

Seu doce cheiro inalando
O ar dos pulmões se acabando
Bate em meu peito o seu coração...

Um comentário:

§Anjo§ disse...

Oi! Que poema intenso, forte! Adorei!!!!!! Mudou o visual do seu blog, né?! Ficou muito bom!!!!!!!!!!!
Acabei de postar a primeira parte do meu novo Conto: Haziel, passa lá pra conferir e me diz o que achou!

Também tem selinho pra vc lá!
Beijinhos, bye
Anita do diarios-do-anjo.blogspot.com